Mostrando postagens com marcador tradições. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador tradições. Mostrar todas as postagens

domingo, 12 de janeiro de 2014

ponto final


"Meditar não é evitar problemas ou fugir das dificuldades. Nossa prática não consiste em fugir. Nossa prática consiste em adquirir bastante força para enfrentar, efetivamente, os problemas. Para isso, precisamos estar calmos, sólidos e viçosos. É por isso que precisamos praticar a arte do ponto final. Quando aprendemos a parar, ficamos mais calmos, e a nossa mente, mais lúcida, como as águas que ficam mais claras após terem se assentado as partículas de lama. Sentando tranquilamente, apenas inspirando e expirando, desenvolvemos força, concentração e lucidez. Portanto sentem-se como uma montanha. Nenhum vento pode derrubar uma montanha."

- Ven. Thich Nhat Hanh

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

a pedra fundamental



I am an orphan, alone, yet i am found everywhere. I’m one, but contrary to myself. A youth, but an old man at the same time. I have known neither father nor mother, because I must be lifted up from the depths like a fish or I fall down from the sky like the white stone. In woods and on mountains I’m walking about, but I lie hidden in the innermost of Man. I’m mortal for everyone, and yet I’m not touched by the mutation of time.

"Sou um órfão, sozinho, mas encontro-me por toda parte. Sou uno, mas contrário a mim mesmo. Um jovem mas, ao mesmo tempo, velho. Não conheci nem pai nem mãe, pois devo erguer-me das profundezas, como um peixe, ou cair dos céus como a pedra branca. Nos bosques e montanhas eu caminho, mas oculto-me no âmago do Homem. Sou mortal para todos, e não obstante não sou tocado pela mutação do tempo."

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

1º de janeiro, dia universal da paz


Para o povo aimará, que vive na Bolívia e Peru, existem sete tipos de paz.

O primeiro tipo de paz é para dentro de cada um de nós. Com a saúde de nosso corpo, a clareza de nossa mente, a satisfação com nosso trabalho, a alegria com a pessoa que escolhemos para amar. Sem paz consigo mesmo, não há Paz.

O segundo tipo é para cima, paz com os espíritos de nossos antepassados, om o Deus de cada um. Sem paz com o mundo espiritual, ninguém fica totalmente em Paz.

A terceira paz é para frente, com o seu passado. Diferentemente dos homens brancos ocidentais, que põem o passado atrás, os aimarás o colocam adiante, por ser o visto, o vivido, o conhecido. Quem tem remorsos, culpas, dívidas não pagas, arrependimentos não pode alcançar a Paz.

A quarta paz é para trás, com o futuro de cada um. Pois quem teme o que virá, se apavora com o que terá de enfrentar, com a possibilidade de más notícias, não está em Paz.

O quinto tipo de paz é para o lado esquerdo, com os nossos familiares. Desavenças domésticas, disputas, queixas, ranger de dentes com a família e com amigos próximos impedem de se alcançar a Paz.

A sexta é para o lado direito, com nossos vizinhos. Estar pacificado na própria casa e em desavença com a casa ao lado traz impedimentos para a verdadeira Paz.

A sétima e última paz é para baixo, com a terra em que você pisa e de onde tira o seu sustento. Se você provoca a tempestade ou a seca, se o solo tremer você não terá a santa Paz.

Um ano de muita paz, para todos nós.

(Recebido, por e-mail, da amiga Zulêde Mesquita. Autor desconhecido)