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terça-feira, 14 de janeiro de 2014
deus é silêncio
"Mestre Eckhart diz que não há nada tão parecido com Deus quanto o silêncio. A razão disso é que o silêncio não é apenas a ausência de ruído. Quando meditamos, procuramos um tempo e um lugar tranquilos, externamente silenciosos, mas não é isso que esse silêncio realmente significa. Silêncio é atenção. Quando prestamos atenção a algo, mas prestamos atenção de verdade, estamos sendo silentes. Assim, se nada é tão parecido com Deus quanto o silêncio é por nada ser tão de Deus quanto a atenção pura, o puro amor. Quando tiramos a atenção de nós mesmos, amamos aquele a quem damos essa atenção. Por isso, na tradição mística do cristianismo, o trabalho da contemplação é o trabalho do amor, porque é o trabalho do silêncio, porque o trabalho do silêncio é o trabalho da atenção."
- Laurence Freeman (OSB)
Via
terça-feira, 8 de janeiro de 2013
viver de amor
José:
“(...) uma pessoa pode, enfim, por uma perda da pessoa a quem ama, por exemplo, suicidar-se, a isso chamaria morrer de amor. Agora não há nenhuma doença do amor, ou melhor, as doenças do amor são de outra natureza, são o cansaço, são o aborrecimento, são a rotina, essas são as doenças do amor. Agora, morrer de amor. Não sei.”
Pilar:
“Pode-se morrer de sofrimento, pode-se morrer de desgosto... Disso que falávamos antes, de perversão, da perversão dos sentimentos que podem ir consumindo, mas o amor é expansivo, enche tudo. Não se pode morrer de amor. Creio que se vive de amor.”
JOSÉ E PILAR - Conversas inéditas, de Miguel Gonçalves Mendes
(Originalmente aqui)
“(...) uma pessoa pode, enfim, por uma perda da pessoa a quem ama, por exemplo, suicidar-se, a isso chamaria morrer de amor. Agora não há nenhuma doença do amor, ou melhor, as doenças do amor são de outra natureza, são o cansaço, são o aborrecimento, são a rotina, essas são as doenças do amor. Agora, morrer de amor. Não sei.”
Pilar:
“Pode-se morrer de sofrimento, pode-se morrer de desgosto... Disso que falávamos antes, de perversão, da perversão dos sentimentos que podem ir consumindo, mas o amor é expansivo, enche tudo. Não se pode morrer de amor. Creio que se vive de amor.”
JOSÉ E PILAR - Conversas inéditas, de Miguel Gonçalves Mendes
(Originalmente aqui)
quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
zen
“O ódio não cessará pelo ódio, mas pelo amor apenas. Essa é a lei ancestral.” (Buda)
“Os ódios não cessam neste mundo pelo ódio, mas pelo amor, superando-se o mal com o bem." (Dhammapada 1,5)
"(...) Deste modo sereis os filhos de vosso Pai do céu, pois ele faz nascer o sol tanto sobre os maus como sobre os bons, e faz chover sobre os justos e sobre os injustos." (Mt 5, 45)
"Pois quem julga de forma estreita mal enxerga a si mesmo, pensa que possui a verdade e exclui a possibilidade de outras formas de percepção da realidade." (Bernardo Sorj, aqui - e aqui também.)
(Originalmente aqui)
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